O novo nome do Facebook chega em um momento em que Mark Zuckerberg vê a sua empresa em uma das piores crises de sua história, alvo de milhares de documentos vazados que mostrariam que a estratégia, nos últimos anos, foi a de crescer a qualquer custo, inclusive sobre a saúde mental de seus usuários. Assim, especialistas receberam a Meta com um certo grau de pessimismo.

Para João Vitor Rodrigues, professor de marketing digital da ESPM-Rio, o movimento tem ares de “cortina de fumaça” e pode ser pouco efetivo na relação com o público.

“Às vezes, acontece de precisar fazer uma mudança na marca porque ela expandiu para outros segmentos. Mas, no caso do Facebook, em particular, tem muito a ver com todos os problemas. Desde o escândalo Cambridge Analytica, em 2018, com tudo o que o Facebook vem enfrentando de denúncias, essa mudança me parece uma medida oportunista”, diz ele, ao Estadão.

Fonte: Estadão Conteúdo